Escravo, Nem Pensar
 

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Programa “Escravo, nem pensar!”
Resultados alcançados
Formação de educadores e educadoras
Novas experiências
Projetos comunitários
Materiais e atividades
Situação do trabalho escravo no Brasil
“Slavery, No Way!”

Assista ao vídeo institucional do programa

 

Projetos comunitários

Outra importante linha de ação do programa é o apoio ao desenvolvimento de projetos comunitários. O Fundo de apoio a projetos do “Escravo, nem pensar!” foi criado em 2007 e oferece apoio pedagógico e financeiro para execução de atividades de prevenção ao trabalho escravo contemporâneo, elaboradas por educadores, educadoras e lideranças comunitárias de todos os Estados participantes do programa. Sessenta e cinco projetos já foram concluídos até o momento. As ações desenvolvidas por esses projetos colaboram para a reflexão sobre o tema e para a formação de uma rede de prevenção e de combate a esse crime, além de incentivar o protagonismo dos participantes na realização dessas iniciativas.


Pintura em muro de escola de Piritiba (BA)
Crédito: Arquivo da Escola Municipal Coronel
Firmino Ferreira Sampaio
 

É importante destacar que muitos outros projetos comunitários têm sido desenvolvidos mesmo sem o apoio financeiro da ONG Repórter Brasil. Grupos de educadores, educadoras e lideranças têm se mobilizado para angariar recursos locais e firmar parcerias para desenvolver atividades que chamam a atenção da sociedade sobre as questões relacionadas ao trabalho escravo e o modo como afetam a região onde moram.    

O programa também busca fomentar o engajamento das comunidades onde atua por meio do apoio ou da organização de encontros e eventos para debater o tema e fortalecer os atores locais envolvidos na luta contra o trabalho escravo. Desde 2008, foram realizados encontros, festivais e concursos escolares em três Estados do país (Maranhão, Pará e Tocantins), reunindo mais de 20 mil pessoas. Destacam-se a realização de manifestações públicas e artísticas e a produção de materiais pedagógicos, em parcerias envolvendo organizações do poder público e da sociedade civil, escolas, Comissão Pastoral da Terra e a ONG Repórter Brasil.



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