Escravo, Nem Pensar
 

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Programa “Escravo, nem pensar!”
Resultados alcançados
Formação de educadores e educadoras
Novas experiências
Projetos comunitários
Materiais e atividades
Situação do trabalho escravo no Brasil
“Slavery, No Way!”

Assista ao vídeo institucional do programa

 

Resultados alcançados

O programa “Escravo, nem pensar!” tem obtido muito êxito em suas ações, com formações de educadores, educadoras e lideranças populares, produção de materiais didáticos e organização de eventos sobre trabalho escravo contemporâneo e outros temas relacionados. A multiplicação das informações e o fomento do debate sobre trabalho escravo e temas correlatos têm sido realizados por meio de projetos envolvendo as comunidades, resultando em cidadãs e cidadãos mais informados sobre seus direitos e sobre as precauções contra essa violação de direitos humanos, além do engajamento da população local para o combate a esse problema.


Alunos participam de ação comunitária
do Festival da Abolição no Tocantins
Crédito: Arquivo Repórter Brasil 
 

→ Mais de 2 mil educadores, educadoras e lideranças participaram das formações do programa em 48 municípios de seis Estados brasileiros – Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Piauí e Tocantins;

→ 65 projetos comunitários receberam apoio financeiro do Fundo de apoio a projetos do “Escravo, nem pensar!” para desenvolverem ações sobre trabalho escravo contemporâneo e temas correlatos;

→ Implementação de um escritório em Araguaína, no Tocantins, para fortalecimento das ações do programa em sua região de atuação;

→ Inserção do tema do trabalho escravo na sala de aula, no currículo escolar e no conteúdo programático de alguns dos municípios participantes do programa;

→ Desenvolvimento de projetos interdisciplinares sobre trabalho escravo em escolas nos municípios participantes do programa;

→ Inserção do tema nas atividades cotidianas de entidades sociais nos municípios participantes do programa;

→ Formação de 137 agentes especiais durante o I Encontro Nacional do “Escravo, nem pensar!” (Enenp) para atuarem como parceiros do programa;

→ Participação na organização de eventos sobre o tema em três Estados – Maranhão, Pará e Tocantins – com envolvimento de 20 mil pessoas;

→ Produção de 157 mil exemplares do “Almanaque do Alfabetizador” e distribuição gratuita feita pelo Ministério da Educação para alfabetizadores e alfabetizadoras das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Vale do Jequitinhonha;

→ Produção de 24 mil exemplares do livro didático “Escravo, nem pensar! – como abordar o tema do trabalho escravo em sala de aula e na comunidade“ e distribuição gratuita nos Estados de atuação do programa.



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