Ano de realização da formação
- professores e professoras:
2011
Parceiros locais:
Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos de Açailândia "Carmen Bascarán"(CDVDH), Justiça nos Trilhos, Secretaria Municipal de Educação e Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Pindaré-Mirim
Outros parceiros:
Catholic Relief Services, Organização Internacional do Trabalho, Ministério Público do Trabalho, Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República e TAM Linhas Aéreas
Atividades realizadas:
A formação contou com professores e professoras da rede pública municipal, tanto de escolas da sede como do campo, reunidos no auditório do pólo da Universidade Federal do Maranhão. Durante o encontro, houve participação do Centro de Defesa da Vida e dos Direitos Humanos de Açailândia (CDVDH), da Justiça nos Trilhos e do Ministério Público do Trabalho.
O primeiro encontro de acompanhamento pedagógico após a formação aconteceu em setembro de 2012. Os professores puderam compartilhar as experiências educativas realizadas nas escolas, comentar as dificuldades enfrentadas e propor soluções coletivas. Nesse sentido, a turma teve a ideia de criar uma comissão de professores que possa estudar e elaborar conjuntamente um projeto pedagógico que sirva de base para as escolas municipais abordarem o trabalho escravo. A intenção é criar campanhas informativas que ajudem a reduzir o frequente aliciamento de trabalhadores para o corte de cana e coleta de maça nas regiões Sudeste e Sul do país. Além disso, no encontro os professores receberam os novos materiais do programa para subsidiar suas atividades. O educador ainda vistou a Escola Municipal João Silva para uma dinâmica com alunos que estudaram o trabalho escravo em sala de aula.
A partir de agora, a perspectiva é que as campanhas educativas contra o trabalho escravo ganhem maior escala.
A equipe do programa retornará mais duas vezes ao município, em um intervalo de seis meses cada.
Confira algumas notícias da região:
Pindaré-Mirim integra rede de prevenção ao trabalho escravo
Atlas revira entranhas do trabalho escravo no Maranhão
CNJ determina abertura de processo contra juiz escravagista
Pecuarista é flagrado pela 6ª vez com trabalho escravo