Escravo, Nem Pensar
 

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Educar para conscientizar, combater e formar

Ano e local de realização:

Em 2010, no município de Santa Luzia.

Esta experiência recebeu recursos do Fundo de apoio a projetos do "Escravo, nem pensar!".

Escola ou entidade responsável e parceiros:

Organização: Sindicato dos Trabalhadores na Educação e demais Servidores Públicos de Santa Luzia (Sintraed)

Parceria: Secretaria Municipal da Educação e escolas participantes do projeto

Descrição do projeto:

A idéia era realizar concurso literário para disseminar informações, prevenir e combater a prática do trabalho escravo, bem como desenvolver habilidade de leitura, interpretação e produção de textos em alunos e alunas.

As escolas foram chamadas a participar do concurso por meio de um edital divulgado pela equipe do sindicato e durante visitas às escolas da região. Antes de desenvolverem o projeto com seus alunos, professores e professoras receberam formação sobre como inserir o tema da escravidão contemporânea em atividades na sala de aula. Participaram onze escolas do município.Os trabalhos dos alunos deveriam abordar a temática do trabalho escravo e foram premiados de acordo com as categorias desenho (para alunos do Ensino Infantil), poesia (para alunos do 5° ano) e crônicas (para alunos do 6° ano). Os educadores e educadoras responsáveis pelos trabalhos selecionados também receberam prêmios. Com os textos e desenhos produzidos no decorrer do projeto fez-se uma coletânea.

A premiação ocorreu em uma grande festa no auditório do Sintraed com a presença dos estudantes das escolas participantes e suas famílias. Também houve apresentações de teatro, paródias, exposição dos desenhos, declamação de textos e depoimento de um trabalhador libertado de uma fazenda no município de Santa Luzia. O sindicato buscou parcerias para comprar os prêmios (netbooks, câmeras digitais, notebooks) e contou com o apoio da Secretaria Municipal de Educação, que também forneceu materiais pedagógicos para a continuidade das atividades.

O projeto conseguiu fazer com que  professores e professoras percebessem a proximidade do tema com o cotidiano de seus alunos e chamou atenção para o perigo do aliciamento, além de promover a leitura e a informação como forma de prevenção.

Materiais produzidos:

Desenhos (1, 2, 3) e folder 

Imagens do projeto "Educar para conscientizar, combater e formar"

Alunos e alunas em atividade do projeto / Crédito: Arquivo do SintraedCrianças se empenharam na produção de desenhos / Crédito: Arquivo do SintraedAlunos e alunas debatem o tema com a professora / Crédito: Arquivo do SintraedMaterial produzido pelo projeto / Crédito: Arquivo do Sintraed

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