Escravo, Nem Pensar
 

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Professores na luta contra o trabalho escravo

Ano e local de realização:

Em 2011, no município de Paraibano.

Esta experiência recebeu recursos do Fundo de apoio a projetos do "Escravo, nem pensar!".

Escola ou entidade responsável e parceiros:

Organização: Professoras e professores de cinco escolas do município de Paraibano

Parcerias: Comissão Pastoral da Terra e Projovem

Descrição do projeto:

A maior preocupação dos professores era alertar os jovens sobre os altos índices de trabalhadores que migram do município em busca de trabalho no corte de cana-de-açúcar, e o fato de que muitos desses trabalhadores se tornam vítimas do trabalho escravo.

Para isso, um grupo de professores e professoras preparou uma peça de teatro chamada “Quando a esmola é demais, o santo desconfia”. O conteúdo da peça abordou o ciclo do trabalho escravo, a situação de pobreza que leva as pessoas a migrarem em busca de trabalho, as formas de violência a que estão sujeitas, como denunciar essa violação dos direitos humanos e como se prevenir. A peça foi apresentada em cinco escolas da área urbana da cidade, algumas localizadas em bairros com população em situação de vulnerabilidade e também para a turma do Projovem. Após as apresentações,foram organizadas rodas de conversa, para refletir com estudantes sobre o trabalho escravo e o cotidiano dos trabalhadores locais.

O projeto foi encerrado com o “Festival cultural”, que contou com exibição de filme, palestra com educador da Comissão Pastoral da Terra e também o testemunho de uma mãe que viu seu filho se tornar vítima do trabalho escravo. Alguns cordéis escritos pelos estudantes também foram apresentados e os melhores receberam premiações.

Materiais produzidos:

Cordéis (1, 2, 3, 4, 5), cartilhapeça de teatro e slide.

Imagens do projeto "Professores na luta contra o trabalho escravo"

Atividades nas escolas / Crédito: Projeto Atividades nas escolas / Crédito: Projeto Atividades nas escolas / Crédito: Projeto Culminância / Crédito: Projeto

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